Eixos do 22º Congresso Brasileiro de Arquitetos
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Os eixos do CBA 2026 organizam o debate a partir de campos fundamentais da prática arquitetônica e urbanística, propondo reflexões críticas sobre os (IN) SUSTENTÁVEIS modos de viver.
- Sustentáveis modos de projetar
- Sustentáveis modos de planejar
- Sustentáveis modos de construir
- Sustentáveis modos de educar
- Sustentáveis modos de preservar
- Sustentáveis modos de integrar
Como projetar em um contexto de escassez ambiental, desigualdade social e urgência climática?
Este eixo questiona os fundamentos do projeto contemporâneo, problematizando métodos, escalas, linguagens e responsabilidades. Discute o projeto como prática cultural e política.
Que planejamento é possível diante de cidades marcadas por desigualdades históricas e conflitos territoriais?
O eixo aborda o planejamento urbano e regional como instrumento de mediação entre interesses públicos e privados, enfrentando temas como governança, participação social e direito à cidade.
Como construir reduzindo impactos ambientais e sociais, sem dissociar técnica e cultura?
Este eixo discute sistemas construtivos, materiais, tecnologias e processos produtivos a partir de uma perspectiva crítica, valorizando saberes locais e inovação responsável.
Que formação responde aos desafios do presente e do futuro?
O eixo problematiza o ensino da arquitetura e do urbanismo, discutindo currículos, metodologias, diversidade regional e o papel das instituições de ensino.
Preservar o quê, para quem e de que maneira?
Amplia o debate sobre patrimônio cultural, natural e construído, compreendendo a preservação como prática ativa ligada à memória, ao uso social do espaço e à sustentabilidade.
Como integrar territórios, saberes, corpos e modos de existir historicamente excluídos?
O eixo aborda políticas e práticas que enfrentam desigualdades sociais, étnico-raciais, de gênero e territoriais, reconhecendo povos originários e comunidades tradicionais.
Os eixos do CBA 2026 não apontam respostas prontas. Propõem perguntas urgentes, atravessadas por conflitos reais, que exigem reflexão crítica, escuta e ação coletiva.
